26 março 2010

extraterrestres,Anjos ou demônios ?

  • Repensando nossos visitantes
Quando comecei a pesquisar Ufologia, nos idos de 1973, jamais imaginei até onde esses caminhos poderiam me levar. Com muita surpresa, fui compreendendo que aquilo que em princípio pareciam apenas contatos com seres de outros mundos, eram na verdade uma incursão no mundo da espiritualidade e do sobrenatural. Nesta edição especial, espero poder suscitar as reflexões daqueles que possuem o verdadeiro espírito de busca, livre dos preconceitos, tão comuns em todas as áreas, até mesmo nas paraciências.
  • Compreendendo os anjos, demonios e extraterrestres
Em nossa área de estudos, tão complexa e multidisciplinar, primeiramente devemos discutir alguns conceitos para somente depois inferirmos algumas conclusões. Nunca é demais lembrar que o termo extraterrestre se aplica vulgarmente a tudo que seja de fora do planeta Terra, mas dentro desta definição, mesmo os anjos, demônios e Deus podem ser considerados como tal, de modo que esse conceito possui suas limitações. Quando dizemos fora da Terra, automaticamente vinculamos qualquer artefato, UFO ou ser como proveniente de outro planeta material e físico, dentro dos parâmetros tridimensionais. E, às vezes, isso não se aplica, como no caso dos anjos, demônios ou Deus.
  • Base alienígena ou ponte entre mundos?
Simpática cidade do litoral sul paulista, Peruíbe, a 142 km de São Paulo, 81 km de Santos e a 29 km da vizinha Itanhaém, da qual se emancipou em 1959, se encontra na porta de entrada da Estação Ecológica Juréia-Itatins, um dos últimos remanescentes da Mata Atlântica. Toda a região, desde as mais remotas épocas, é coberta de mistérios, principalmente a área da reserva, que sempre foi palco de inúmeros avistamentos ufológicos.
  • Eles não são homenzinhos verdes
Premidos pelos seus seguidores, que exigem respostas prontas e imediatas para tudo, alguns seguimentos religiosos mais ortodoxos atribuem ao Fenômeno UFO um caráter diabólico, relacionando-o aos reinos infernais. Outras correntes mais liberais, ante a dificuldade em tratar da espinhosa questão da possibilidade de vida em outros planetas e da visita de extraterrestres à Terra, simplesmente evitam tais questões ou, por inércia, adotam a linha dos que combatem.
  • Nossos vizinhos intraterrenos
Estaríamos sós neste planeta ou outros povos o co-habitariam, explorando as imensas riquezas que ele dispõe? Muito se pergunta sobre a origem dos UFOs. Quanto a isso, uma parcela considerável dos ufólogos entende que a maioria das naves avistadas são provenientes daqui da Terra, e não do espaço exterior. Se elas se originam daqui, excluindo as aeronaves militares e civis, só nos resta os veículos utilizados por outros seres já estabelecidos no planeta.
  • Extraterrestres ou anjos decaídos
Há quase 60 anos, desde os flying saucers do piloto civil norte-americano Kenneth Arnold, que o fantástico, o impossível e o bizarro vem delineando a Ufologia, motivo pelo qual esta disciplina tão promissora nunca ultrapassou os limites da paraciência [Que se aproxima ou está ligado ao que é científico, mas não é reconhecido como tal]. O termo disco, aliás, em sentido estrito, nunca serviu para definir adequadamente esses enigmas que ora pairam no ar, ora submergem nos oceanos e ora se transladam para o invisível, para as outras dimensões da matéria.
  • Ufologia e sexualidade
A história e a mitologia de todos os povos em todas as épocas registram casos de criaturas sobrenaturais e entidades humanóides desconhecidas, que raptam e seduzem pessoas e as forçam a com elas manterem cópulas e intercursos sexuais. Em nossa era tecnológica, reaparecerem convenientemente travestidos de ufonautas [Tripulantes dos UFOs] em modernos e luxuriantes discos voadores. Em torno disso estabeleceu-se, entre os ufólogos, quase que um consenso de que experiências genéticas vêm sendo conduzidas visando basicamente quatro grandes objetivos: a pesquisa simples da genética humana para conhecimento científico; a reconstituição dos próprios códigos genéticos extraterrestres deteriorados; o aprimoramento da raça terrestre, via hibridização com a raça deles; e o melhoramento de sua própria espécie por meio de alguns de nossos gens.
  • Sobre espíritos e as canalizações 
No século XIX, o francês Hippolyte León Denizard du Rivail criou as bases do Espiritismo moderno ao escrever as obras O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Gênese, e Céu e Inferno. Ele ficou mais conhecido como Allan Kardec, nome que acreditava ter possuído numa encarnação anterior como druida. O escritor Werner Schroeder conta que Kardec era cabalista e maçom de alto grau, e que sua doutrina espírita foi baseada na troca de conhecimentos ocultistas com Charles W. Leadbeater, teósofo e maçom, e com Annie Besant, fundadora da Teosofia e alto grau da Ordre Maçonnique Mixte International.

Fonte:ufo.com.br

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